Criminosos teriam inserido decisões judiciais no sistema oficial usado pelo TJGO para tramitação de processos eletrônicos
A PCGO (Polícia Civil de Goiás), por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos, em ação integrada com o Núcleo de Inteligência do Tribunal de Justiça de Goiás, deflagrou, nesta quinta-feira (5), uma operação para combater fraudes cibernéticas contra o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.
Os criminosos teriam invadido os sistemas do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e do Poder Judiciário goiano para criar mandados de prisão falsos contra as autoridades.
Fraude
O CNJ registrou, no dia 22 de janeiro deste ano, uma tentativa de expedição de mandado de prisão contra o presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes, que já foi alvo de uma invasão hacker no sistema do órgão em 2023. Na ocasião, o hacker Walter Delgatti Neto expediu, a mando da então deputada Carla Zambelli (PL-SP), um mandado de prisão falso contra o ministro, assinado pelo próprio magistrado.
O CNJ publicou nota sobre o ocorrido, afirmando que o episódio não se tratava de uma invasão hacker, mas sim de um uso indevido do sistema.
Fraude
O CNJ registrou, no dia 22 de janeiro deste ano, uma tentativa de expedição de mandado de prisão contra o presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes, que já foi alvo de uma invasão hacker no sistema do órgão em 2023. Na ocasião, o hacker Walter Delgatti Neto expediu, a mando da então deputada Carla Zambelli (PL-SP), um mandado de prisão falso contra o ministro, assinado pelo próprio magistrado.
O CNJ publicou nota sobre o ocorrido, afirmando que o episódio não se tratava de uma invasão hacker, mas sim de um uso indevido do sistema.